FOLHA: AUTOBAHN, INDIVIDUAL DE ABIDIEL VICENTE NA GALERIA HOUSSEIN JAROUCHE

Conhecido por trabalhar com serigrafias, o artista Abidiel Vicente expõe pela primeira vez uma série de pinturas com estética relacionada ao movimento da pop art, que relacionam placas de sinalização a elementos da música. veja mais aqui

Estadão: Houssein Jarouche abre galeria de pop arte nos Jardins

Colecionador fervoroso de PopArt, Houssein Jarouche resolveu transformar seu acervo pessoal em uma galeria de arte, a ser inaugurada terça-feira, na rua Estados Unidos. Para a exposição de abertura, Jarouche contou com a ajuda da curadora Sofia Gotti – professora adjunta do Instituto de Arte Courtauld e colaboradora da Tate Modern e do Museu Guggenheim. “Reunimos cerca de 18 obras em uma coletiva de arte pop nas Américas, desde seu surgimento nos EUA às suas discussões na América Latina”, explica Houssein. A galeria, que leva o nome do proprietário, vai trabalhar com obras de acervo de Andy Warhol, Frank Stella, Robert Indiana, Roy Lichtenstein, Ed Ruscha, Claudio Tozzi e Maurício Nogueira Lima. O espólio do fotógrafo Billy Name, falecido no ano passado, será representando pela galeria no Brasil.

Houssein Jarouche recebe mostra com curadoria de Luisa Duarte

A Galeria Houssein Jarouche exibe “Antes e Depois da Imagem – Um Olhar Sobre a Abstração Geométrica no Acervo Houssein Jarouche”, com curadoria de Luisa Duarte. A mostra abre 30 de novembro de 2017, quinta-feira, às 19h. Composta por 24 obras de Ann Hamilton, Ed Ruscha, Frank Stella, Iran do Espírito Santo, Ivan Serpa, Judith Lauand, Luiz Zerbini, Max Bill, Rodrigo Torres, a exposição sinaliza um olhar histórico que ultrapassa o movimento pop art, do qual é composta a maior parte do acervo do galerista, dando destaque à produção de caráter construtivo e abstrato-geométrico.

Tendo surgido após o auge do expressionismo abstrato, a pop art utiliza a sociedade de consumo do pós-guerra como crítica e, por vezes, ironia. As obras selecionadas para a nova exposição da Galeria Houssein Jarouche são produzidas logo após a arte pop, entre os anos de 1960 e 1970. “Se na arte pop temos uma atmosfera ruidosa, marcada por um excesso imagens, cores e referências a um universo amplo de signos que acompanham o cotidiano da vida nas cidades, a produção vista em ‘Antes e Depois da Imagem – Um Olhar Sobre a Abstração Geométrica no Acervo Houssein Jarouche’ tem como origem o concretismo, um tipo particularmente rígido de abstração geométrica que se desenvolveu na Suíça, no meio do século XX, tendo Max Bill (1908- 1944) – presente na mostra com uma série de serigrafias – como uma de suas figuras centrais”, comenta a curadora Luisa Duarte.

Na direção contrária da carga imagética própria à arte pop, a ideia é voltar o olhar para uma parcela do acervo da galeria cujo conteúdo demonstra a economia de gestos, apostando, assim, na vocação de amplitude da Galeria Houssein Jarouche para também sugerir pausa, silêncio e vazios. Como conclui a curadora: “Não como sinônimos de passividade, mas como espaços abertos para um olhar e uma escuta atentos para o mundo ao nosso redor”.

FOLHA: “FORÇA DA MULHER” é TEMA DA NOVA EXPOSIÇãO DA GALERIA HOUSSEIN JAROUCHE

A inspiração para o tema surgiu a partir do trabalho da austríaca Kiki Kogelnik, que faz criticas sutis ao retratar mulheres com os olhos “dopados”, explica o curador Paulo Azeco.

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Revista Glamour: Galeria Houssein Jarouche abre expo em homenagen à figura feminina

Galeria Houssein Jarouche, que fica nos Jardins, em São Paulo, é especializada em pop art. Ela nasceu da paixão de Houssein pelo movimento (e da sua falta de espaço para guardar obras em casa, rs!). Houssein é dono da Micasa, loja de móveis supercool.

E a novidade da vez é a “Frauenpower”, mostra com curadoria de Paulo Azeco e 32 obras de diversos artistas que estão relacionados ao universo da pop art, como Andy Warhol, Anna Maria Maiolino, Barbara Wagner, Claudio Tozzi, Ivan Serpa, Marina Abramović e Nelson Leirner. A exposição busca resgatar um histórico das representações visuais da mulher a partir das vanguardas da década de 1960, e discutir a idealização do corpo feminino, a criação de padrões estéticos, considerando os aspectos sociais e antropológicos dessas imagens.

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